Este blog descreve momentos da vida da banda de rock "Os Tubarões", de Viseu, Portugal entre 1963 e 1968. This blog describes rock band moments of life "Os Tubaroes", Viseu, Portugal between 1963 and 1968.
28 de Agosto de 2013

Nicolau Breyner com Os Tubarões no Salão Nobre do Casino da Figueira, a 31/8/1967.

(e-d) Carlos Alberto Loureiro, Victor Barros, Nicolau Breyner, José Merino, Eduardo Pinto e Luis Dutra. Foto José Santos, Coimbra.

 

" Conhecemos o Nicolau Breyner no Casino da Figueira em Agosto de 1967.

Estreou a 29/8 como cantor, assistiu à nossa matinée desse dia, imediatamente antes do seu ensaio no Salão de Café a que também assistimos. E sentimos alguma proximidade entre nós pela mútua juventude e gosto musical.

O Nicolau com os seus 26 anos era uma vedeta do Teatro, Revista e Cinema e tinha iniciado a carreira de cantor a solo.

 

  Começámos a conviver nesse dia com muita empatia mútua. Ao serão e após a estreia ceámos juntos no Casino e houve logo noitada. O Nicolau, qual vedeta, estava instalado no Grande Hotel. Quando saíamos do Casino já estava tudo fechado na zona central e acabámos por ir até à Sacor, o único lugar ainda aberto às 3 da manhã. Depois de alguns copos e muita laracha divertida regressámos a pé da Sacor que ficava perto da Estação dos Caminhos de Ferro. Quando passávamos nas Docas estavam a entrar algumas traineiras cheias de sardinha, com um brilho único tão reluzente que o Nicolau não resistiu e encomendou duas caixas pedindo que as entregassem de manhã no Grande Hotel. Combinou-se logo uma grande sardinhada para o dia seguinte com o nosso compromisso de tratarmos da logística necessária. O pescador, atónito, lá aceitou o dinheiro e comprometeu-se a entregar as caixas ao outro dia de manhã no Grande Hotel, como veio a acontecer. Ainda antes das 10H00, madrugada para o Nico, toca o telefone da recepção. O Nicolau ainda a dormir perguntava: “Duas caixas de sardinha para mim? Para mim ??? Oh Homem sei lá, leve-as para a cozinha que depois logo se vê; Olhe, ofereça-as aos seus Clientes ao almoço.” E nunca mais se lembrou da sardinhada.

Como combinado encontrámo-nos à tarde no Casino. Entretanto mobilizámos algumas amigas e amigos, uns com carro, e o Zé Gordo preparado com o seu Peugeot, para irmos à sardinhada do Nicolau cujo local mais sossegado e apropriado seria o Cabo Mondego. Quando o Nicolau chegou ao Casino é que se lembrou da sardinhada combinada e do que tinha dito no Hotel. Lá se desfez em desculpas e nos descompôs em riso com as sua inúmeras histórias e graças que lhe saiam em catadupa, não dando tempo para mais alguém falar. Meia hora depois, já com o grupo mais reduzido, o Nicolau manifestou algum interesse em dar uma volta pela Figueira. Logo o Zé Gordo ofereceu os seus préstimos e uma das figueirenses presentes prontificou-se a ser a cicerone na Figueira da Foz e arredores. Foi uma volta longa que terminou tarde na Serra da Boa Viagem. À noite, o Zé Gordo, muito entusiasmado, acercou-se de nós dizendo que o Nicolau tinha uma proposta irrecusável aconselhando-nos a não dizermos que não. Ficámos expectantes pelas novidades que iriam aparecer. Após o Show o Nicolau propôs-nos produzirmos um espectáculo em que ele seria a atracção, nós faríamos sózinhos a 1ª parte e na 2ª acompanharíamos o Show do Nicolau. E não haveria problema pois em Setembro já poderíamos ir para Lisboa e começar os ensaios para em Outubro começarmos a tournée. Foi um projecto que nos agradou sem dúvida, mas … e os estudos, …

Ficou a ideia que a todos entusiasmou, e até o Zé Gordo estava disponível para fazer a cobertura fotográfica do evento de abrangência nacional. E tratámos logo de ensaiarmos uns toques que o Zé Gordo registou para a posteridade.

(e-d) José Merino, Carlos Alberto Loureiro, Eduardo Pinto, Nicolau Breyner, Luis Dutra e Victor Barros. Foto José Santos, Coimbra.

  

Nunca conseguimos concretizar este projecto. O Nicolau somava êxitos sobre êxitos na arte de representar, e nós voltámos ao ano escolar, ainda um pouco meninos dos teen , em vésperas da guerra, marchar, marchar …

No ano seguinte viemos a reencontrar o Nicolau no Casino e, em simultâneo com o Toni de Matos, vivemos cenas absolutamente hilariantes.

 

Mais tarde, já a cumprir o serviço militar em Lisboa, voltámos a conviver com o Nicolau no Monumental em 1969/70, e ainda mais tarde, a partir de 1997 na RTP. Até hoje."

 

in porViseu'60s

          Programa do Casino da Figueira de 29/8 a 1/9 de 1967

 

                                           

                                   Licença da Inspecção Geral dos Espectáculos

publicado por os tubaroes, Viseu às 23:26
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26 de Agosto de 2013

A 26 de Agosto de 1966 AMÁLIA foi a grande atracção da noite no Casino da Figueira da Foz com lotação esgotada.

 

 No Palco do Salão de Café,(e-d) José Merino, Carlos Alberto Loureiro, Eduardo Pinto, Victor Barros e Luis Dutra.
(foto José Santos, Coimbra)

  
 
Programa do Casino de 26 de Agosto 1966  
 
  
 
Licença da Inspecção Geral dos Espectáculos 
 
No camarim onde se preparava para actuar, localizado mesmo por baixo do palco do Salão de Café, onde nós tocávamos, AMÁLIA ouviu-nos, quis conhecer-nos e sugeriu as fotos que o ZÈ GORDO, Fotógrafo do CASINO, registou.
 
(e-d) José Merino, Carlos Alberto Loureiro, Eduardo Pinto, Victor Barros e Luis Dutra.
(foto José Santos, Coimbra.)
 
 "Na época alta de Verão, aos fins de semana, o programa do Casino variava um pouco com a apresentação de uma atracção especial que actuava no Salão Nobre a partir das 00H30. Para 26 de Agosto foi anunciada a presença de Amália Rodrigues.
Num ano em que Amália Rodrigues recebeu o Prémio Pozal Domingos o Casino teve uma das maiores enchentes, mesmo com as entradas a 60$00. Após as variedades no Salão de Café o Casino teve de abrir, excepcionalmente, os dois Salões de Baile, Salão Nobre e Salão de Café, para o público dançar pois as pessoas não cabiam num só. O conjunto de Shegundo Galarza tocava no Salão Nobre e nós no Salão de Café. E mesmo assim ambos estavam cheios. Até nas galerias do Salão do Café se dançava.

Foi uma grande prova de fogo para nós pois tivemos de tocar toda a noite num dos Salões em concorrência com o Shegundo Galarza que tocava no Salão Nobre.

Tocámos a primeira parte entre o final das Variedades do Salão do Café e o início do concerto da Amália (23H15 às 00H30) e depois do concerto de Amália, já que a noite se prolongou até madrugada.

 

 

 Os Tubarões no palco do Salão de Café do Casino da Figueira a 26/8/1966

(e-d) Carlos Alberto Loureiro, José Merino, Eduardo Pinto, Victor Barros e Luis Dutra.

 

 A partir desta noite e até ao final da época, por sugestão da Administração do Casino, com o acordo de todos, passámos a tocar todas as noites alternando de hora a hora com o conjunto de Shegundo Galarza, facto que nos honrou. Atingimos a maioridade musical.

 

Os camarins do Casino situavam-se mesmo por baixo do palco do Salão de Café, onde Amália se preparava para a sua actuação às 00H30. Ouviu-nos tocar e manifestou agrado a quem a acompanhava de querer saber quem éramos. Quando subiu para entrar em cena, momentos antes da sua actuação, nós tínhamos acabado o nosso primeiro take e ainda nos encontrávamos no Palco do Salão do Café. Então Amália convidou-nos a tirar uma foto. Foi interessante, pois a Amália, nervosíssima, fumava cigarro atrás de cigarro, e nós estávamos incrédulos com tão honroso convite. E lá estávamos nós à frente da objectiva do Zé Gordo, fotógrafo oficial do Casino, simpático fanático da Briosa que logo descobriui o ramo de flores, e a Amália, virando-se para nós, "… vamos lá rapazes, isto é muito simples, eu abro os braços, e... já está". E ficaram as fotos para a nossa história.

 

 Muito simpática e conversadora quis saber mais sobre nós, conversou, tiramos outras fotos, e quando chegou a hora foi para o Salão Nobre para mais uma noite de retumbante sucesso. Surpreendeu-nos a simplicidade e franqueza, o tabaco e o nervoso de tão grande estrela. Marcou-nos, claro!

Nos anos seguintes de novo Amália voltou a esgotar o Casino com as suas empolgantes actuações, como em 1968.

   

 

Actuação de AMÁLIA no Salão Nobre do Casino da Figueira a 9 de Agosto de 1968. Lotação completamente esgotada, pista de dança invadida por espectadores sentados no chão e nem o Palco escapou à presença de espectadores que se juntaram aos músicos. Visível no Palcoo José Merino, Eduardo Pinto e Pascoale e outros elementos do Conjunto Pasquale con Franco Etti.
Noite de mais um triunfo de AMÁLIA.
  
in porViseu'60s
porep
 
 
publicado por os tubaroes, Viseu às 00:33
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08 de Abril de 2012

 

Com a devida vénia ao Diário de Coimbra.

 

 
Na mesa: Domingos Silva, Fernando Ruas, Eduardo Pinto, Vitor Pais e João Ataíde.
 
Vató (Valdemar Ramalho), Vitor Pais e esposa.
 
 
Carlos Alberto Loureiro, Vitó (Victor Barros) e Amadeu Jorge.
 
 
Luis Dutra, Maria José Ordonhas e Nuno Teixeira.
 
 
 

 

 

publicado por os tubaroes, Viseu às 20:13
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05 de Abril de 2012


 
Com a devida vénia ao Semanário O Figueirense de 20120405, foto do dia 31/3 no Casino da Figueira.
Legenda (esq.dir.): Carlos Alberto Loureiro, teclados, Vató(Valdemar Ramalho), viola solo, Eduardo Pinto, bateria, Vitó(Victor Barros), viola ritmo e Luis Dutra, viola baixo.  

 
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31 de Março de 2012



publicado por os tubaroes, Viseu às 09:07
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30 de Março de 2012

 

publicado por os tubaroes, Viseu às 15:26
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18 de Março de 2012

Legenda (esqd/dir): Carlos Alberto Loureiro (teclas), José Merino (vocalista), Victor Barros (viola ritmo), Valdemar Ramalho (viola solo), Luis Dutra (viola baixo) e Eduardo Pinto (bateria), na Galeria do Salão de Café do Casino, em Agosto de 1968.

 

Os Tubarões irão regressar ao Casino da Figueira da Foz no próximo dia 31 de Março, Sábado, a partir das 18H00 na sessão de apresentação do livro porViseu'60s que relata a vida do conjunto entre 1963 e 1968 descrevendo a sua carreira musical devidamente enquadrada na época e no modus vivendi dos anos 60’s.

 

No livro é dado especial destaque à importância do Casino na carreira musical do conjunto, que entre os anos 1965 a 1968 ali animou os meses de Verão e onde os seus elementos se cruzaram com inúmeras vedetas e músicos profissionais de grande craveira que os apoiaram e ajudaram a crescer musicalmente quer individualmente quer colectivamente.

 

Também são referidos episódios inéditos da vida do conjunto como a explicação das razões da sua mudança do Restaurante O Tubarão, que inauguraram em Agosto de 1965, para o Casino, algumas aventuras e desventuras, e são referidos alguns dos inúmeros amigos que então fizeram.

 

“.os.amigos.

Na Figueira da Foz fizemos muitas e grandes amizades as quais perduram até aos dias de hoje.

 

Recordamos o grupo da Figueira com muitos amigos como o Victor Pais, os irmãos Beja com a sua Vela Solex, o Jorge Raio e o seu Fiat 600, o Cró, o Jobé, o Zé Lemos, o Gina, o Beli e ainda as Primas Seco, a Manuela Bolacha, e a Fernanda.

O grupo de Coimbra liderado pelo Né Brinca com o seu Hilman Imp, o Cortesão;

O grupo muito animado de Maiorca com as manas Pontes de Sousa, o grupo de Lisboa com as manas Pétinhas, o grupo Espanhol liderado pela Api e pelo Manolo e os Holandeses liderados pelas manas Yoko.

Muitas e boas saudades.

 

E não podemos esquecer os lugares por onde passávamos como o Café Nicola com o seu famoso bife à café, os pregos da Sacor junto à Estação de caminho de ferro, as Paellas na Praia com o grupo espanhol, a Serra das Óptimas Viagens, o Clube de Ténis, as festas na casa do Vitor Pais, etc …. sem nunca faltar o amendoim, sempre do melhor e bem torradinho, e as melhores pevides do mundo que o Sr. Loureiro nunca se esquecia de nos abastecer.”

 

…in porViseu’60s, pag.88

 

publicado por os tubaroes, Viseu às 15:49
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10 de Março de 2012

 

 

O livro porViseu’60s – retratos de Viseu nos anos 60’s e da vida musical do conjunto académico "Os Tubarões" irá ser apresentado no próximo dia 31 de Março, Sábado, a partir das 18H00 no Casino da Figueira da Foz, local onde “Os Tubarões” actuaram na época de Verão, como conjunto residente entre 1965 e 1968.

 

“Foi a nossa Escola Superior de Música. Adquirimos métodos de trabalho rigorosos, disciplina nos horários, contactámos com grandes profissionais que procuravam sempre ajudar e ensinar-nos os pormenores e detalhes que enriqueciam as nossas interpretações já que, ao tempo, o repertório musical de todos os conjuntos era baseado em covers dos êxitos da música Pop. O Casino foi a nossa Escola e a Figueira a nossa cidade do Verão”.

 

No próximo dia 31 de Março “Os Tubarões” estarão presentes no Casino da Figueira da Foz na apresentação do livro que relata com algum detalhe a sua passagem musical e social por aquela bonita Praia, os Artistas com quem se cruzaram e os inúmeros Amigos que então fizeram.

 

“Expectantes, aguardamos o reencontro dos nossos Amigos e a visita ao Casino onde passámos os melhores momentos da nossa carreira musical.

 

Favor apareçam no Sábado 31 de Março pelas 18H00 no Casino da Figueira da Foz !!!”

 

Os Tubarões - os.tubaroes.viseu@gmail.com

http://www.myspace.com/tubaroes http://ostubaroesviseu.blogs.sapo.pt/ 

 

 

publicado por os tubaroes, Viseu às 19:54
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18 de Dezembro de 2011

 

Sérgio Borges

(do livro porViseu60s - Informações em porviseu@sapo.pt )

 

Singela homenagem a Sérgio Borges, vocalista do Conjunto Académico João Paulo, oriundos da Ilha da Madeira, com quem nos cruzámos em diversos palcos nos anos de 1966, 67 e 68 e que, infelizmente e cedo de mais, nos acaba de deixar.

Em 1966 o Conjunto Académico João Paulo fez uma tournée pelo País e passou por Viseu, onde deu um excelente espectáculo no Cine Rossio. Tiveram um problema com algum equipamento e nós demos todo o apoio logístico que necessitaram o que mereceu a cortesia de nos chamarem ao palco manifestando o seu agradecimento público para além de nos dedicarem uma música. Foi uma cortesia simpática.

Foram efectivamente dos melhores conjuntos nos 60’s e, quanto a nós, os primeiros a implementarem em Portugal o verdadeiro conceito de Concerto em Palco de Teatro.

Reproduzimos extractos do livro porViseu’60s numa singela homenagem ao Sérgio Borges, Vocalista e imagem do som do Conjunto.

 

 

“… .playlist.

Nos anos 50/60 os Bailes eram a diversão mais frequente e a principal oportunidade para jovens se conhecerem e iniciarem um convívio que de outro modo nunca seria possível. Havia Bailes em todas as festas e romarias, num terreiro, num largo ou no pátio da freguesia. Por este motivo os Bailes eram o mercado alvo dos Conjuntos onde poderiam actuar e ver o seu trabalho remunerado. Para actuar num Baile os conjuntos tinham de tocar todo o tipo de música pois havia dançarinos para todos os géneros musicais, do tango, rock, twist ao chá-chá-chá. Em Portugal os primeiros concertos em Palco de Conjuntos Pop terão ocorrido no Teatro Monumental em Lisboa. Quanto a nós o primeiro Conjunto Pop português a apresentar um alinhamento de espectáculo/concerto terá sido o Conjunto Académico João Paulo. Concretizou várias tournées pelo país onde se apresentou nos Teatros e Cinemas existentes em cada localidade com um alinhamento específico de espectáculo devidamente montado, com duas partes separadas por um intervalo. …”

 

Com muita estima e admiração aqui prestamos a nossa homenagem com as condolências aos Familiarres e Colegas.

 

publicado por os tubaroes, Viseu às 20:30
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28 de Agosto de 2011

No próximo dia 23 de Setembro de 2011, no Montebelo Viseu Hotel & SPA, a partir das 21H30, apresentação do livro porViseu'60s - Retratos de Viseu e da vida musical do conjunto académico "os Tubarões" (1963-1968).

 

                                  Índice geral:

 

- .Viseu’60s.           : memórias dos locais e hábitos de vida de uma cidade nos '60s.

- .’64s – aprender.  : o 1º ano da vida musical do conjunto: Viseu e S.Pedro do Sul

- .’65s – crescer.    : a evolução musical passo a passo: Figueira da Foz e IÉ-IÉ

- .’66s – conquistar.: a projecção nacional após a presença na Final do IÉ-IÉ

- .’67s – consolidar. : a carreira no País: 3ºAniversário, Caruncho e Woolmark

- .’68s – gozar.        : a Guerra Colonial e o final da carreira                    

- .quem.foi.quem.    : quem foi quem no conjunto

- .playlist.                 : playlist parcial dos principais temas interpretados

- .instrumentos.       : principais instrumentos e aparelhagens

- .e.depois.da.música.: a vida depois da música

- .agradecimentos.

- .indice.geral.

 

Num total de 192 páginas o livro está dividido em duas partes: a 1ª parte descreve facetas da vida, costumes e locais de Viseu nos anos 60 e o ambiente que entusiasmou a juventude e propiciou o aparecimento dos Conjuntos Pop.

A 2ª parte descreve a carreira musical do Conjunto Os Tubarões ano a ano; Os Palcos e os Artistas com quem se cruzaram, episódios e evolução musical. Depoimentos de quem viveu alguns dos episódios descritos como Manuel Maria Carrilho, Rui Oliveira e Costa, Serafim Matos Silva, Vitor Pais, João Correia dos Santos, Ledinha e Kinga, António Valarinho, Luis Cunha Matos, Carlos Manuel Serpa, Fernando Pascoal de Matos e Jorge Marques.

 

Não perca. Apareça que será bem Vindo.

Em Viseu a 23 de Setembro a partir das 21H30.

publicado por os tubaroes, Viseu às 18:01
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Os Tubarões em livro: porViseu'60s.
Ler livro aqui
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